A mensagem do "filho que trocou de número". A ligação da "central do banco". O link do "INSS". O ESCUDO lê tudo no celular dos seus pais, pontua o risco, pausa o Pix e avisa você. Antes do dinheiro sair.

Sem cobrança agora. Android. Nenhuma conversa sai do aparelho. Quando as 500 vagas acabarem, o plano Família volta a R$ 29,90.
Os golpistas não precisam da senha da sua mãe. Precisam de dez segundos de susto. "Mãe, troquei de número, me faz um Pix agora." Ela faz. Porque ama você.
Fontes: Banco Central e levantamentos Silverguard, Judit e Tribuna, 2025 e 2026.
Um filtro que grita a cada "Pix" cansa em uma semana, e a pessoa desliga. O ESCUDO aprende o normal da sua mãe e só levanta a voz quando algo foge do padrão.
Com quem ela fala, quanto costuma mover de Pix, em que horas, quais bancos usa. Só contagens e números, guardados no próprio celular. Nos primeiros sete dias o ESCUDO fala baixo: está aprendendo a casa.
Cada sinal soma ou desconta. Número da agenda, menos quarenta. Fora da agenda, mais vinte e cinco. Trocou de número, mais vinte e cinco. Pede o código que acabou de chegar, mais quarenta. Abaixo de 35 nada acontece. De 35 a 64, dúvida. 65 ou mais, golpe. Em milissegundos, sem internet.
Na zona cinzenta, o trecho suspeito e a lista de sinais vão para a inteligência artificial decidir e explicar em português simples. Nunca a conversa inteira. E a família ensina: "foi alarme falso" baixa o peso daqueles sinais naquela casa.
Telas reais do aplicativo em teste. Letras grandes, uma decisão por vez, e o botão mais importante sempre verde: ligar pro filho.

"Mãe, troquei de número, me faz um Pix urgente." Vermelho em menos de um segundo, o motivo em palavras simples, e o botão de ligar pro número antigo.

Cinquenta e cinco pontos: dúvida. A IA leu o trecho, decidiu em três segundos e explicou o que fazer. Só o trecho viajou.

Na tela de confirmar, se o valor foge do habitual ou vem logo depois de uma mensagem suspeita, entra a pausa. O golpe depende de pressa.

Mandam a mensagem e ligam em seguida se passando pelo banco. O ESCUDO reconhece a sequência e avisa em cima da chamada.

Número da agenda, contato de sempre. Nenhum alerta, nenhum susto. O ESCUDO não grita à toa.

Chegou algo estranho? Ela cola a mensagem e recebe o veredito na hora, com os motivos. Na dúvida, a IA dá a segunda opinião.
Nenhum aplicativo pode mandar no banco, e quem promete isso está mentindo. O ESCUDO pausa, avisa e chama o filho. É pausa de segurança, não bloqueio bancário.
As conversas ficam no aparelho. Para fora só vão alertas com tipo, hora e valor, e na dúvida um trecho para a IA, apagado depois da resposta.
Nem do banco, nem do WhatsApp. O ESCUDO não entra na conta de ninguém. Ele observa, pontua e avisa.
A perda média de um golpe de Pix em idosos é R$ 4.820. Um ano de ESCUDO custa menos de 8% disso.
Protegido extra: R$ 7,90 por mês. Cancela quando quiser, sem multa, sem ligação de retenção.
Android a partir da versão 8, de 2017. É o celular de quase todo idoso no Brasil. No iPhone a Apple não permite ler notificações; lá fica só o "isso é golpe?" e os alertas do cuidador.
Não. Você instala, dá as permissões uma vez e cadastra seu telefone. Ela só vê a tela de alerta quando algo acontece, com um botão grande pra te ligar.
Lê as notificações no próprio aparelho, pontua e descarta. Nenhuma conversa é enviada ou guardada fora do celular. Na dúvida, só o trecho suspeito vai para a IA e é apagado depois da resposta. Consentimento registrado na instalação.
Ela ou você toca em "foi alarme falso". O ESCUDO baixa o peso daqueles sinais naquela casa e passa a confiar naquele contato. Em uma semana ele conhece a família.
Porque nenhum aplicativo manda no banco. O que funciona é tirar a pressa: pausa de sessenta segundos, aviso e o filho na linha. O golpe vive de urgência.
As primeiras 500 famílias pagam R$ 9,90 por mês pelo plano Família, pra sempre, enquanto não cancelarem. Em troca ajudam a calibrar o detector e falam direto com a gente. Depois disso o preço volta a R$ 29,90.
Usamos seu WhatsApp só pra avisar que o ESCUDO está pronto. Nada de spam, nada de venda de dados.